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| Selecção de Julho - 2009 - Esgotado
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| Guru 2008 |
Apesar do sucesso ímpar, apesar do êxito tremendo dos Pintas, Pintas Character e Guru, apesar de todos os seus vinhos se terem transformado em vinhos de culto, Sandra Tavares e Jorge Serôdio continuam fiéis ao espírito e filosofia que desde o primeiro minuto os guiou. O credo assenta na decisão de fazer vinhos de vinhas muito velhas, vinhos visceralmente durienses no carácter, pequenas produções que manifestem de forma precisa a personalidade de cada vinha, o temperamento de um local, a natureza de um terroir exclusivo. Sempre com o propósito de intervir o mínimo possível, consentindo que sejam o terroir e o ano a proclamar a expressão capital, deixando a eloquência para a vinha e para a natureza, em detrimento da sentença dos autores.
Só mesmo estes predicados e princípios podem explicar que, apesar do incrível sucesso planetário, as quantidades disponíveis se mantenham tão diminutas, produções de garagem com tiragens mínimas e, infelizmente, insuficientes para alimentar os anseios do mercado. Ditosamente, voltámos a conseguir arrebatar uma tranche significativa deste Guru, agora na edição de 2008, para o nosso clube. Um vinho de uma só vinha, uma edição muito reduzida, este ano constrangida a pouco mais de 1.500 garrafas! Mas que branco! Depois de um ano absolutamente mágico como foi a colheita 2007, seria impossível prever que, um ano depois, viéssemos aqui afirmar que a vindima seguinte se apresentaria ainda superior. O ano quase perfeito ajudou... e de que maneira. A colheita 2008 correu quase na perfeição, com maturações lentas e alongadas, sem o infortúnio da chuva durante as vindimas, com tempo de sobra para escolher o melhor momento para o corte. A generosidade da natureza, ajudada por uma compreensão empírica das vinhas cada vez mais segura, redundou num branco irrepreensível, notável na dimensão, na pureza, no corpo, na estrutura, e, sobretudo, na impressionante frescura e vivacidade, características pouco habituais no Douro. Um branco de referência!
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Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Mistura de castas tradicionais do Douro com predominância de Viosinho, Gouveio, Rabigato e Códega |
| Estágio: |
Barricas novas de carvalho francês |
| Teor Alcoólico: |
13% |
| Produção: |
1.500 garrafas |
| Enólogo: |
Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 2
x 26,90 EUR
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| Quinta do Mouro Touriga Nacional 2006 |
A personalidade forte de Miguel Louro, o patriarca dos vinhos da Quinta do Mouro, está presente nos mais leves detalhes deste Touriga Nacional, vinho raro, vinho muito pouco habitual na casa. Na verdade, a oferta deste Touriga Nacional é estranha à tradição Quinta do Mouro, naquele que é um vinho subjectivamente desacreditado por Miguel Louro, uma das vozes mais duras e ríspidas quando o assunto pende para os vinhos extremes, de uma só casta. Não é segredo para ninguém que Miguel Louro não morre de amores por vinhos de uma casta só, por vinhos que cantem a uma só voz, sem a convivência do lote. Tal como não gosta de vinhos demasiado exuberantes, de vinhos perfumados, vinhos efeminados e demasiado expansivos... vinhos como a casta Touriga Nacional habitualmente proporciona!
Por isso este é um vinho tão raro e tão exclusivo. Desde 1994, data do primeiro Quinta do Mouro, só na vindima 2003 se tinha assistido a tal fenómeno, à edição de um vinho extreme, tal como hoje, da casta Touriga Nacional. Quem teve a fortuna de provar esse milagre de 2003 sabe bem que o Quinta do Mouro Touriga Nacional de 2003 se apresentou, e apresenta, como um dos melhores exemplos de sempre de um vinho extreme de Touriga Nacional... o que não é dizer pouco!
Pois é, mas se em 2003 já tínhamos ficado maravilhados com o resultado da experiência, o que dizer então desta edição de 2006? Que milagre poderá explicar que os melhores vinhos da Quinta do Mouro nasçam sempre em colheitas menores, nos piores anos da região? Já em 2002, ano dramático para o Alentejo, tinha nascido o melhor Rótulo Dourado de sempre. Agora, em 2006, ano dificílimo no Alentejo, despontou aquele que se vai converter, inevitavelmente, num dos ícones nacionais, um incrível Touriga Nacional que vai redefinir a visão Alentejana da casta. Sobretudo pela estrutura e frescura, pela austeridade e volume, pela elegância e incrível precisão de aromas. Um vinho muito másculo com uma sensibilidade pouco habitual. Um grande vinho português!
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Características
| Região: |
Alentejo |
| Castas: |
Touriga Nacional |
| Teor Alcoólico: |
14,5% |
| Enólogo: |
Luis Duarte e Miguel Louro |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 1
x 32,70 EUR
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| Quinta da Touriga-Chã 2006 |
Falar sobre os vinhos de Touriga-Chã é também divagar sobre o nome de alguns dos homens mais brilhantes do Douro, homens visionários e destemidos que desbravaram uma região inóspita, numa época onde os enólogos raramente saíam do conforto das salas de prova de Gaia. A quinta pertence a Jorge Rosas, filho de José Rosas, bisneto de Adriano Ramos Pinto, fundador da casa homónima. José Ramos Pinto Rosas foi o principal estudioso do Douro, pioneiro no estudo da viticultura em Portugal, um dos primeiros a aperceber-se da relevância da vinha... no vinho! Foi precursor dos estudos com castas, na mecanização da vinha, no estudo de porta-enxertos e nas diferentes formas de condução da vinha. Foi, muito provavelmente, o maior impulsionador e responsável pelo avanço para o Douro Superior, região selvagem, distante, e, à época, ainda por desbravar. Aos 72 anos, depois de ter perdido a Quinta de Ervamoira, e munido de simples cartas topográficas, passou meses em estudo no gabinete, procurando pistas nos mais pequenos detalhes, acompanhando as curvas de nível, exposições e orientações, analisando com olho clínico as zonas ideais para a vinha.
Encontrou o lugar ideal a pouco mais de 350 metros de altitude, descoberto no papel, sem nunca ter ido ao local, procurando a frescura das cotas mais altas. Em 1990, plantou uma vinha dividida por castas, muitos anos antes da prática se vulgarizar, com destaque evidente para a Touriga Nacional, revigorada por pequenas manchas de Tinta Roriz. Plantou tanta Touriga Nacional que até conseguiu baptizar a quinta com o nome de Touriga Chã, prática que hoje nos faz sorrir pela candura das autoridades. João Brito e Cunha é o enólogo desde o primeiro dia, em sintonia perfeita com Jorge Rosas. A adega é simplesmente magistral, notável na arquitectura e na funcionalidade, capa e tema de reportagem de diversas revistas de arquitectura. De um sítio assim, com protagonistas destes, só poderia mesmo nascer um grande vinho... e o 2006 é realmente excepcional.
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Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Touriga Nacional (80%) e Tinta Roriz (20%) |
| Estágio: |
Barricas novas de carvalho francês |
| Teor Alcoólico: |
14% |
| Enólogo: |
João Brito e Cunha e Jorge Rosas |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 1
x 26,70 EUR
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| Soalheiro Primeiras Vinhas 2008 |
Sim, é verdade, há muito que o Soalheiro já se tinha afirmado como produtor de referência dos vinhos Alvarinho, dos vinhos de Monção e Melgaço. Sim, é verdade, o Soalheiro sempre foi um produtor pioneiro, o modelo que definia, e define, o futuro da região. O que mudou agora foi que o Soalheiro se converteu, não numa potência regional, mas sim num dos produtores mais conceituados e respeitados do país. Será mesmo, porventura, o produtor de vinhos brancos mais consistente e aclamado de Portugal, oferecendo os brancos mais excitantes do país. E este Primeiras Vinhas foi, seguramente, um dos principais responsáveis para essa mudança de percepção. Porque quando falamos do Primeiras Vinhas, falamos de um branco absolutamente excepcional, capaz de ombrear, sem razões para corar, com as melhores referências internacionais.
Chama-se Primeiras Vinhas porque provém das vinhas mais velhas, cepas com quase trinta anos, as primeiras a serem plantadas em Melgaço. Vinhas na idade da razão, capazes de proporcionar Alvarinhos precisos e cristalinos, puros nos aromas, impressionantemente límpidos e certeiros. Mas, apesar da relevância, a idade das vinhas não é motivo suficiente para explicar tamanha limpidez e energia. A enologia minimalista, os riscos de uma intervenção quase inexistente, bem como as práticas biológicas quase radicais, ajudam a justificar a potência contida e a incrível precisão aromática. A colheita de 2007, ano excepcional no Minho, recebeu o aplauso generalizado da crítica. Até parecia que o Soalheiro já tinha atingido o cume e que seria impossível fazer melhor ou sequer parecido. Pois... mas entretanto saiu esta edição 2008, a prova imediata que a colheita 2007 não foi fruto do acaso. Que vinho! Não é fácil afirmá-lo, até porque as duas colheitas são substancialmente diferentes, mas talvez ainda mais preciso e mineral, mais austero e perfeito que em 2007. Beba-o agora mas, se conseguir, guarde uma ou duas caixas na garrafeira. Tem vinho para os próximos vinte anos...
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Características
| Região: |
Vinho Verde |
| Castas: |
Alvarinho |
| Estágio: |
Inox |
| Teor Alcoólico: |
13% |
| Enólogo: |
Luis Cerdeira |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 2
x 12,90 EUR
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Selecção de Julho - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Guru 2008 |
2 x 26,90 EUR |
| Quinta do Mouro Touriga Nacional 2006 |
1 x 32,70 EUR |
| Quinta da Touriga-Chã 2006 |
1 x 26,70 EUR |
| Soalheiro Primeiras Vinhas 2008 |
2 x 12,90 EUR |
| Totais: |
139,00 EUR |
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