|
2003
|
|
|
2004
|
|
|
2005
|
|
|
2006
|
|
|
2007
|
|
| Selecção de Fevereiro - 2008 - Esgotado
|
| |
|
| Mouchão 2003 |
Falar em Mouchão é sinónimo directo de Alentejo, de história, tradição e de uma casta muito particular - a Alicante Bouschet. Uma casta enigmática com origem francesa, uma casta cuja introdução em Portugal se deu precisamente aqui, em Sousel, no Mouchão. Mas falar de Mouchão é também falar de um terroir muito especial, um dos poucos realmente assinaláveis e conhecidos no Alentejo, é falar de memória, de rusticidade genuína, é falar de vinhos alentejanos que sabem envelhecer, de vinhos que necessitam de tempo em garrafa, um verdadeiro paradoxo na grande planície ondulante. Quantos produtores testemunham tanto orgulho em manter a produção em lagar, com pisa a pé? Quantos produtores aliam a tradição na adega com a inovação e modernismo no tratamento da vinha? Quantos produtores se podem orgulhar de conservar três gerações de adegueiros a comandar a vida diária da adega? Apesar da origem inglesa, Mouchão é sinónimo do Alentejo profundo, de individualidade e anti conformismo.
A verdade é que Mouchão é um clássico, dos poucos clássicos de que o Alentejo se pode gabar. Um clássico intemporal que, ano após ano, nos surpreende com vinhos de personalidade vincada, vinhos que expressam de forma veemente o terroir e uma vinha muito especial. Agora, com a colheita 2003, somos agraciados com mais um Mouchão extraordinário, um vinho superlativo na autenticidade, na mescla perfeita entre rusticidade, chame e deleite. E, pela primeira vez, um Mouchão com a presença explícita da fruta madura. Mas atenção, um Mouchão sem nada de facilitismos ou concessões. Permanece um vinho grande e vigoroso, entremeado de rudeza, rusticidade, modernidade e charme, um vinho de força que, mais uma vez, poderá viver por muitos e felizes anos. A estrutura de taninos e acidez é tremenda, ao seu tempo elegantes e poderosos, uma mistura explosiva que nos encanta e enche a alma. Um Mouchão moderno e rejuvenescido na aparência, tradicional e conservador no coração! Eis o paradoxo! |
Características
| Região: |
Alentejo |
| Castas: |
70% Alicante Bouschet e 30% Trincadeira |
| Teor Alcoólico: |
14,5% |
| Enólogo: |
Paulo Laureano |
| País: |
Portugal |
|
O nosso Preço: 1
x 33,00 EUR
|
|
|
| Quinta do Vale Meão 2005 |
Já todos o sabemos, o Vale Meão é berço de um vinho lendário. Um trunfo inestimável, um cartão de visita considerável, uma garantia de carácter, um privilégio, mas também, sem dúvida, uma enorme responsabilidade. Ocupar uma quinta emblemática, de características singulares, num espaço muito especial, num clima muito particular, é, e será sempre, o sinal identificativo de Vale Meão. Mas chega de passado, porque o sucesso da Quinta do Vale Meão não foi edificado sobre um passado de glória, mas sim num presente brilhante. Foi em 1999, apenas em 1999, que nasceu o primeiro vinho de Vale Meão, um dos primeiros e maiores ícones da nova vaga de vinhos durienses. Consistência e voluntarismo foram, desde o início, os traços distintivos do projecto. Mas, e apesar dos prémios infindáveis e da colectânea de elogios, apesar do brilho evidente das colheitas de anos anteriores, nunca tínhamos tido oportunidade de provar um Vale Meão tão inesperado e equilibrado como este de 2005. Pela primeira vez o Vale Meão perdeu a brutalidade e violência que sempre o individualizaram, para ganhar em elegância, equilíbrio e moderação. Este é o primeiro Vale Meão da idade adulta!
Novas barricas, uma nova aproximação enológica e uma maior maturidade de "Xito" Olazabal ajudam a justificar esta feliz metamorfose. Aparece então um Vale Meão poderoso mas aprimorado, opaco como sempre foi, com fruta elegante e aromas mentolados, que se apresentam como uma das novidades absolutas da edição 2005. Depois de anos de maturações fortes, depois de anos de potência brava, este ano o Vale Meão apresenta-se mais delicado e harmonioso. Os taninos estão menos dominantes, embora viris, a acidez assoma refrescante e o final de boca é longo, muito longo, ajuizado, seguro, e sobretudo, perfeitamente equilibrado. O difícil é escolher entre bebê-lo agora ou guardá-lo para o futuro... isto se conseguir resistir à tentação!
|
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
65% Touriga nacional, 25% Touriga Franca e 10% Tinta Roriz |
| Teor Alcoólico: |
14,5% |
| Enólogo: |
Francisco Olazabal |
| País: |
Portugal |
|
O nosso Preço: 1
x 55,00 EUR
|
|
|
| Neo 2005 |
Este Neo faz parte da última fornada de vinhos a surgir em Ribera del Duero, a terceira vaga de uma das regiões mais dinâmicas e estimulantes de Espanha. A primeira oportunidade nasceu pela mão dos pioneiros, dos criadores da denominação de origem, que criaram tintos sólidos, poderosos e gulosos, dando o empurrão para a criação e destaque da denominação. A segunda vaga favoreceu os grandes projectos, as grandes ambições, os desvarios, os investimentos imensos, nem sempre de capital ligado ao vinho. Nasceram as adegas modelares, a arquitectura deslumbrante e monumental, os grandes investidores, a mediatização. E agora, agora assistimos a um retorno ás origens, ao lema "small is beautiful", ao despontar de uma nova mão-cheia de produtores, pequenos produtores que apostam de forma decidida na excelência, nas pequenas produções cuidadas. Produtores artesanais, produtores de garagem, produtores que sempre venderam uvas a terceiros, e que agora, num movimento quase imparável, decidiram dar o grande passo.
É uma Ribera del Duero para conhecedores, para iniciados, o despontar de uma nova era. E é um desses vinhos que propomos este mês, um dos novos ícones desta terceira vaga, o novo sangue da região, o Neo 2005. Como fazer um grande vinho em Ribera del Duero? Bom, começamos por reunir um trio de apaixonados pelo vinho, um trio de jovens emocionados e encantados com o seu trabalho... e deixamo-los sonhar. Depois é só por mãos à obra, seleccionar a melhor fruta e deixar a natureza expressar a sua vontade sem grandes interferências. Parece simples, mas por trás deste vinho há muito suor, muito trabalho e muita alma. Neste momento ainda necessita de um pouco mais de tempo em garrafa para suavizar algumas arestas, para domar a juventude, para ganhar simetria, mas as indicações são seguras. É um vinho faustoso nas matizes frutadas, no exotismo das especiarias, na frescura do final de boca, e, acima de tudo, um vinho com um temperamento plenamente assimilado com a Ribera del Duero. |
Características
| Região: |
Ribera del Duero (Espanha) |
| Castas: |
Tinta del País (Tempranillo) 100% |
| Estágio: |
15 meses em barricas de carvalho francês (80%) e americano (20%). |
| Teor Alcoólico: |
14% |
| Produção: |
18000 |
| Enólogo: |
Javier Ajenjo, Julio Conde e Jose Luis Simon |
| País: |
Espanha |
|
O nosso Preço: 2
x 25,00 EUR
|
|
|
| Momentos 2005 |
Um projecto pessoal encerra sempre um cunho íntimo, uma forma particular de abordar e encarar o vinho, de mostrar o que nos vai na alma. É a forma mais genuína de expressar sensibilidades, credos, certezas e incertezas. Luís Soares Duarte tem neste Momentos 2005 a sua ocasião para mostrar os seus dotes, a sua vontade, a sua mestria, a sua impressão digital. Aliás, o rótulo expressivo e original remete-nos de imediato para uma confissão, para uma assinatura, para uma afirmação de identidade única. Identidade de autor e identidade de vinha. Porque, para além da impressão digital de Luís Soares Duarte no rótulo, existe uma outra impressão digital mais dissimulada e menos imediata, menos evidente mas não menos presente - a vinha! Vinha velha, já se vê! Vinha velha como só o Douro consegue manter, vinha octogenária, vinha de muitas gerações, com parcelas no Cima Corgo e do Douro Superior. Vinha expressiva e eloquente que não se furta a licenciar uma marca forte, uma impressão digital que se encontra estampada no temperamento do vinho.
É de Vale Mendiz e de Foz Côa que sai este vinho, da "vinha do Conqueiro" e do "Vale de Canivaes". São estas as duas vinhas que expressam o terroir duriense de forma brilhante. É da confluência de dois mundos distintos, de duas vinhas distintas que resulta este Momentos 2005. Com castas tão pouco usuais e fora de moda como Bastardo, Mourisco Tinto, Tinta Amarela ou Sousão, para além das 5 eleitas já nossas conhecidas. A prova de que não são as castas a fazer a virtude do lote mas sim a vinha e o local. A prova de que nem sempre a virtude se encontra nas castas mais cortejadas. E também a prova de que os vinhos individualizados vivem da personalidade do autor e da sua vontade de não afrontar a natureza. Acídulo e terrivelmente fresco, sólido, quase rebarbativo, é um vinho duro como o Douro, estruturado como o Marão, anguloso como os socalcos durienses, mas com uma capacidade de guarda e evolução que o irão surpreender. |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Vinha Velha com mais de 81 anos, existem várias castas nestas parcelas de onde se destacam a Tinta Roriz, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Bastardo, Tinta amarela, Sousão, Mourisco Tinto, Tinto Cão, etc |
| Estágio: |
Fermentação maloláctica decorreu em barrica nova de carvalho Francês e depois permaneceu em estágio em barricas usadas por mais 20 meses. |
| Teor Alcoólico: |
14% |
| Produção: |
5.500 garrafas de 750 ml numeradas e engarrafadas em Agosto de 2007 |
| Enólogo: |
Luis Soares Duarte |
|
O nosso Preço: 2
x 27,50 EUR
|
|
|
Selecção de Fevereiro - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Mouchão 2003 |
1 x 33,00 EUR |
| Quinta do Vale Meão 2005 |
1 x 55,00 EUR |
| Neo 2005 |
2 x 25,00 EUR |
| Momentos 2005 |
2 x 27,50 EUR |
| Totais: |
193,00 EUR |
|
 |
|
|
| |