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| Selecção de Fevereiro - 2004 - Esgotado
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| Homenagem 2000 |
Outra raridade. Há pouco, muito pouco e não deve voltar a haver, pois uma das condições que levou o bairradino Luís Pato a aceitar o desafio de homenagear o antigo director do Palace do Bussaco - José dos Santos - foi o facto do convite ter partido de Virgílio Loureiro, que já não está na... Dão Sul. Nem mais, trata-se duma mistura de Touriga Nacional da Quinta de Cabriz, no Dão, escolha de Virgílio Loureiro, com um Baga da vinha Pan de Luís Pato.
O resultado confirma o que os antigos diziam: uma região completa a outra. O todo supera cada uma das partes, Baga ou Touriga, tomadas em separado. E essa sempre foi a tese de José dos Santos que transformou os vinhos do Bussaco, a adega no piso térreo do hotel, num tesouro reconhecido em todo o mundo. Se ainda hoje se engarrafam os brancos e tintos do Palace do Bussaco, glórias passadas como o tinto de 1953 revelam uma qualidade impressionante e explicam o porquê da/o Homenagem ao homem que deu alma a esses vinhos.
Trazer aqui este vinho é assim celebrar a figura singular que foi José dos Santos. Mas é também um regresso a saberes antigos na esperança que algum dia a legislação volte a contemplar combinações que fazem parte da História do vinho e que só o enriquecem. |
Características
| Região: |
Bairrada e Dão |
| Castas: |
Baga e Touriga nacional |
| Teor Alcoólico: |
12,5% vol. |
| Enólogo: |
Luís Pato e Virgílio Loureiro |
| Informação: |
Este vinho não foi lançado no circuito comercial, estando apenas em venda à porta das adegas que o fizeram, em caixas de 3 garrafas: uma de lote, outra de Pan e outra de Touriga Nacional (preço único 75 Eur) |
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O nosso Preço: 2
x 36,95 EUR
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| Vale de Sapos 1999 |
Óptima compra. Para quem pensa que não se encontra bom vinho na casa dos 5 Euros. Este marca a estreia de uma tradicional família de produtores durienses que há 4 gerações fornecia o fruto do seu trabalho às casas de Porto. Até que em 99, aproveitando a excelência da colheita, arriscaram lançar-se com marca própria. Como tantos outros na região começando com um DOC Douro, proveniente da Quinta de Vale de Sapos, uma das duas quintas da família (a outra é a Quinta de Marrocos).
Trata-se duma antiga propriedade de 10 hectares, situada a 2 km da Régua, na estrada Régua-Lamego (Baixo-Corgo), onde há mais de 100 anos se misturam as castas tradicionais. Neste caso predominam a Tinta Amarela, Tinta Barroca e Tinto Cão. O resultado é um vinho com bom corpo e tanino, com o fruto moderado, no auge da sua evolução. Simples e bom. Depois de respirar no copo (não esquecer que já está há alguns anos em garrafa) vai decerto envergonhar outros de preço bem superior. |
Informação Complementar website do produtor |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Tinta Amarela, Tinta Barroca, Tinto Cão e outras tradicionais durienses. |
| Estágio: |
Nos armazéns da propriedade, em cubas de velha madeira de carvalho. |
| Teor Alcoólico: |
13,3% vol. |
| Produção: |
6500 garrafas |
| Enólogo: |
Rita Sequeira |
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O nosso Preço: 2
x 5,85 EUR
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| Kracher Beerenauslese Cuvée 2002 |
Fevereiro traz o dia dos namorados e a selecção do mês fecha com uma gulodice capaz de tornar a data memorável. Cinco galardões de Produtor do Ano - "WineMaker of the Year" - em menos de uma década (94 categoria brancos, 97 e 98 colheitas tardias, 2000 e 2001 vinhos de sobremesa) dizem quase tudo: Alois Kracher é um dos mais conceituados produtores mundiais de vinhos de sobremesa. "Alquimista da Podridão Nobre" como lhe chamou a revista Decanter, depois de algumas meias garrafas deste farmacêutico de profissão terem sido leiloadas por uma pequena fortuna.
Reflexos do enorme salto qualitativo que o vinho austríaco deu na última década, liderado por este produtor da região de Burgenland. Actualmente, ao nível das estrelas do mundo "botrytizado" como Yquem (Sauternes), os melhores Tokajis magiares ou alguns Semillons podres australianos. Situada junto à fronteira austro-húngara, em termos de latitude a Burgenland fica a sul da Alsácia e a norte de Sauternes, o que confere aos seus vinhos um harmonioso equilíbrio entre fresca acidez de uns e a doce concentração de outros. Os lagos da região proporcionam um clima único, temperado e húmido, sob o qual o fungo da Botrytis todos os anos faz a sua aparição.
O que permite a Alois Kracher elaborar em cada colheita 10 ou mais vinhos doces diferentes. Consoante as castas e o momento da colheita, depois da podridão ter enrugado a fruta e concentrado o seu sumo mas antes que desenvolva excessiva acidez volátil. Seguindo à letra a expressão "Beerenauslese" (selecção das uvas), em cada vindima, os vindimadores de Kracher chegam a fazer 8 ou 9 passagens por valado, escolhendo cacho a cacho o momento óptimo. Outro detalhe, não por acaso seleccionamos um vinho com elevada percentagem de Welschriesling. Apesar do nome, nada tem a ver com a famosa casta germânica, sendo a variedade mais popular nos vinhedos em redor do lago Neusiedl, onde a sua poderosa acidez combina na perfeição com a doce untuosidade da Chardonnay para nos proporcionar gulodices como esta. |
Informação Complementar Alois Kracher website Crítica Internacional Beerenauslese Cuvée Revista Winespectator (EUA) Wineanorak (Reino Unido) |
Características
| Região: |
Burgenland (Áustria) |
| Castas: |
Welschriesling (50%) e Chardonnay (50%) |
| Vinificação: |
Um dos segredos dos vinhos |
| Teor Alcoólico: |
11% vol. |
| Enólogo: |
Alois Kracher |
| Informação: |
Sirva fresco, muito fresco (12 ou 13º) e nada de cálices pequenos. Este vinho merece um copo a sério que liberte as notas de fruta exótica e realce a |
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O nosso Preço: 1
x 12,91 EUR
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| Sol LeWitt 2001 |
Um ícone da cultura espanhola "regado" a DOC Douro, numa limitadíssima edição ilustrada por um artista de renome mundial. Motivos que fazem deste vinho a mais valiosa peça de colecção (e não nos referimos apenas a valor monetário...) até hoje apresentada no clube! Por consequência, a escolha que mais nos enche de satisfação e, porque não dizer, de orgulho...
Mas há mais. É a consagração de uma figura cimeira do vinho português no país vizinho. Ao mais alto nível. A revista "Matador" (assim a modos que a portuguesa "Egoísta") é um símbolo da cultura espanhola, reunindo uma vez por ano a nata dos escritores, artistas e fotógrafos contemporâneos. A sua cuidada elaboração e campo de actuação tornam-na um objecto de culto, distribuído em exclusividade a uma élite de 3 mil assinantes. Um volume por ano com 3 mil exemplares numerados.
Cada Matador sai com um caderno do artista convidado e... um vinho! Os melhores produtores são também convidados a elaborar um vinho exclusivo, que leva o nome e um rótulo do artista em destaque. Para se ter uma ideia do nível, desde 1995 a "bodega" Matador inclui figuras do vinho espanhol como Carlos Falcó (marqués de Griñon), Álvaro Palacios ("Ermirta", "Finca Dofí"), Peter Sisseck ("Pingus"), entre outros. Agora, com o último volume, o primeiro não espanhol: Dirk Niepoort! Com um rótulo de Sol LeWitt, pai da arte conceptual e cotado na cena internacional como um expoente da Arte Contemporânea (ver links).
Um senão com reflexos no preço: quando o produtor nos revelou esta preciosidade duriense já o vinho estava em Espanha. Ou seja, não restava alternativa senão procurá-lo junto do destinatário de edição tão limitada. Esforço que, estamos em crer, cumpre na íntegra a filosofia do clube. Por tudo e, claro, pelo vinho. Como dizem "nuestros hermanos", está um "caldo" tremendo. Enorme de concentração e volume. Como confessa o próprio autor: "sim, exagerei um pouco... mas não podia aparecer em Espanha com um vinho... maricón".
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Informação Complementar La Fabrica - Revista Matador Tate Gallery - Londres Vida e obra de Sol Lewitt El Mundo (sobre 'bodega' Matador) El Mundo (sobre Dirk Niepoort) |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Mistura de variedades tradicionais do Douro, provenientes de vinhas velhas, com uma idade média de 70 anos, de Vale Mendiz, na zona do Pinhão. Vinhedos que não voltarão a dar origem a um vinho como este, pois logo a seguir a esta vindima tiveram que ser arrancados. |
| Vinificação: |
Pisa a pé em lagares de granito. |
| Estágio: |
Em barricas de carvalho francês, com engarrafamento em Outubro de 2003. |
| Teor Alcoólico: |
14 % |
| Produção: |
3400 garrafas |
| Enólogo: |
Dirk Niepoort |
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O nosso Preço: 1
x 56,49 EUR
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Selecção de Fevereiro - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Homenagem 2000 |
2 x 36,95 EUR |
| Vale de Sapos 1999 |
2 x 5,85 EUR |
| Kracher Beerenauslese Cuvée 2002 |
1 x 12,91 EUR |
| Sol LeWitt 2001 |
1 x 56,49 EUR |
| Totais: |
155,00 EUR |
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